Seguindo em Frente
  HOOTIE & THE BLOWFISH

Hootie & Blowfish

 

*Darius Rucker - lead vocals, guitar, harmonica.

Nasc: 13/05/1966; Charleston, SC.
Seu primeiro instrumento foi?
Bateria, na 6ª série.

Qual CD toca atualmente no seu aparelho de som?  Kindred "Surrender To Love", The Police "zenyattamandata", Notorious BIG "Ready To Die". Norah Jones.

 *Mark Bryan - guitar, mandolin, background vocals.

Nasc: 6/05/1967; Silver Spring, MD.
Seu primeiro instrumento foi? Guitarra - aos 14 anos.
Qual CD toca atualmente no seu aparelho de som?
Rhett Miller - The Instigator.
*Jim "Soni" Sonefeld - drums, guitar, loops, background vocals.
Nasc:
20/10/1964; Lansing, MI.
Seu primeiro instrumento foi? Bateria. Aulas por volta de 1977 e ou 78.
Qual CD toca atualmente no seu aparelho de som? Pat Green, Elvis Costello and Burt Bacharach, India.Arie, Stan Getz and The Wiggles
*Dean Felber - bass, background vocals

Nasc: 9/06/1967; Bethesda, MD
Seu primeiro instrumento foi? Piano aos 7 anos.
Qual CD toca atualmente no seu aparelho de som? Led Zeppelin 4, Coldplay: A Rush Of Blood To The Head

 

Começo do ano, lançaram um Cd de comemoração de 10 anos de sucesso com o que há de melhor do Hootie & Blowfish.

 

The Best of Hootie & The Blowfish : 1993-2003
2004 | Rhino / Atlantic Records
01. Hold My Hand
02. Only Wanna Be With You
03. Time
04. Let Her Cry
05. Not Even The Trees
06. Old Man & Me (When I Get To Heaven)
07. Hey Hey What Can I Do
08. Tucker's Town
09. I Go Blind
10. Sad Caper
11. Be The One
12. Use Me
13. I Will Wait
14. Innocence
15. Space
16. Only Lonely
17. Goodbye Girl
 



Escrito por Marcel às 10h03
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  SÍNDROME DO PÂNICO - Parte 4

TRATAMENTO CLÍNICO -   Devido aos comprometimentos que o transtorno do pânico trás a seus portadores é muito importante que se
ja instituida uma conduta terapêutica adequada. O tratamento poderá,
em muitos casos deverá, ser realizada através de medicamentos e de psicoterapia.
Os medicamentos mais úteis no tratamento do TP são os anti-depres-
sivos. Geralmente, em doses baixas eles são capazes de bloquear os ataques de pânico, revertendo suas consequências e permitindo a re-
tomada das atividades do paciente. Uma porcentagem significativa dos pacientes apresentam uma piora dos sintomas ansiosos, com pio
ra dos ataques, ao iniciar o tratamento com anti-depressivos.     Essa
resposta ao início da medicação tende a desaparecer após alguns di-
as de uso do medicamento, não constituindo motivo para abandonar o
tratamento farmacológico. Medidas como iniciar com doses baixas de
antidepressivos reduzem o risco desse tipo de reação inicial.
Atualmente dispomos de diversos antidepressivos no mercado, que po
dem ser utilizados com sucesso no manejo dos pacientes com TP.
São eles:
     Antidepressivos Tricíclicos (ADT): Clomipramina (Anafranil); Imipra-
mina (Tofranil).
Apesar de drogas bastante eicazes no controle dos ataques de pâni-
co, apresentam muitos efeitos colaterais (boca seca, sudorese, obsti-
pação intestinal, retardo ejaculatório, e ganho de peso, entre os prin-
cipais) que podem fazer o paciente abandonar o tratamento.
    Inibidores Seletivos da Recaptura da Seratonina (ISRS): Fluoxetina
(Prozac, Eufor, Daforin, etc), Paroxetina (Aropax), Sertralina (Zoloft,
Sercerim) entre outros.
Medicamentos mais novos que por atuarem especificamente sobre   o
neurotransmissor serotonina acabam tendo poucos efeitos colaterais
sobre o organismo dos pacientes. Mesmo assim algumas pessoas
tendem a reclamar de dor de cabeça (transitória), náuseas, dor de es-
tômago e vômitos (transitório) e perda de libido.
    Inibidores da Mono Amino Oxidase (IMAO):
Tranilcipromina (Parna-
te), Fenelzina, Moclobemida (Aurorix).
Alguns pacientes se beneficiam do uso de IMAOs, porém tirando a Moclobemida, o manejo terapêutico das outras drogas dessa família não é simples, para quem não esta acostumado, pois são necessari-
as várias restrições alimentares, não podendo, também associar essa
droga com diversos medicamentos.
Normalmente o efeito benéfico dos antidepressivos se faz presente a-
pós uma a duas semanas de uso dessa medicação. Mesmo estando
bem, tendo voltado ao estado normal, o paciente deve manter o uso da medicação por um período de aproximadamente um ano, para redu
zir o risco dos ataques voltarem após a descontinuação da medicação
Apesar de todo o medo que as pessoas têm em relação ao uso desse
tipo de medicação (ficar dependente,mudar seu jeito de ser, fazer coi-
sas sem saber, ficar "dopado"), seu uso é bastante seguro quando o-
rientado por um psiquiatra experiente.
Além do uso de antidepressivos, é muito comum a utilização de ansio
líticos que são conhecidos como Benzodiazepínicos: Al;prazolan(Fron
tal, Clonazepan (Rivotril), Diazepam (Diempax, Valium, etc.).
Apesar de muito utilizados, os resultados obtidos tendem a ser parci-
ais, pois conseguem combater alguns sintomas da cride que esta   a-
contecendo, mas não impedem o aparecimento de novas crises. Além disso tendem a deixar o paciente sonolento, sem contar o risco de levar o paciente à dependência. Não devem ser utilizados por longos
períodos de tempo, pois o organismo tende a se acostumar e passa a exigir doses maiores para ter o mesmo efeito.
Ainda em relação a drogas que combatem sintomas dos ataques de
pânico, podemos citar os beta-bloqueadores (inderal, Propranolol) que diminuem a taquicardia que em alguns pacientes parece ser o pior dos sintomas.
De qualquer forma a melhor pessoa para indicar e acompanhar seu tratamento, do ponto  de vista   medicamentoso, é o psiquiatra. Desa-
conselhamos a auto-medicação, pois qualquer medicamento tomado
de forma incorreta pode ser mais prejudicial do que benéfico.
Uma outra razão importante para procurar um médico que conheça o problema é que ele poderá orientar quanto à investigação do seu pro-
blema procurando descartar outras condições clínicas que possam causar sintomas parecidos com um ataque de pânico. Entre as várias
patologias que devem ser decartadas podemos citar:

   Doenças Endócrinas(hipertireoidismo, feocromocitoma, etc.)
   Doenças Cardiovasculares (Infarto do miocárdio, arritmias,PVM.
   Doenças respiratórias (asma brônquica, hipoxia, etc.)
   Doenças neurológicas (tumores cerebrais, epilepsia, cefaléias.
   Disfunções metabólicas
(acidose, desidratação, etc.)
   Intoxicação por drogas (cocaína, anfetamina, cafeína, álcool,etc.)
   Síndrome tensão pré-mestrual
      Muitas vezes não há necessidade de se realizar dezenas de exa-
      mes laboratoriais bastando um bom histórico clínico para que o
      médico possa descartar certas doenças.



PSICOTERÁPICO -   Focado  no  enfrentamento das fobias da técnica da terapia cognitiva comportamental, no qual limita o paciente  em  vá-
rias áreas. Depois um  enfoque  profundo  na  psicodinâmica  indepen-
dente da linha psicológica, elaborando as mudanças de  alguns  com-
portamentos inadequados.  O  paciente  precisa redimensionar alguns conteúdos da personalidade, tais como: perfeccionismo,  controle das situações, poder,  centro  das atenções, workaholic, auto  crítica exa-
cerbada... No processo psicoterápico  a pessoa  precisa  trabalhar  as complicações da doença para que  sinta mais segurança  e  equilíbrio no dia a dia.

Obs: esta matéria foi copiada do site da Associação Nacional da Síndrome do Pânico  http://ansp.sites.uol.com.br

OBS 2: qualquer comentário que seja de caráter duvidoso será descartado!!! e VIVA O ROCK!!!



Escrito por Marcel às 09h51
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  SÍNDROME DO PÂNICO - Parte 3

GRAVIDADE DOS ATAQUES DE PÂNICO:

LEVE: Durante o último mês, ou todos, ou não houve mais do que um ataque de pânico.
MODERADO: Durante o último mês os ataques  foram  intermediários entre ataques leves e graves.

GRAVE: Durante o último mês houveram pelo menos oito ataques de pânico.

AS CONSEQUÊNCIAS DA SÍNDROME DO PÂNICO AFETAM TRÊS ÁREAS:

ECONÔMICA:  Os gastos  excessivos com  médicos  e  exames  são dispensáveis,  exceto o ecocardiograma . Este exame revela que 30% dos pacientes  com pânico possuem uma alteração benigna chamada Prolapso da Válvula Mitral.  Outro  prejuízo  econômico são as faltas e os  afastamentos  do  trabalho  em  auxílio-doença e, às  vezes  inter-
nações em UTI ou clínicas e hospitais psiquiátricos sem  nenhum  be-
nefício. Podem ocorrer recusas de promoções  por falta  de segurança e desmoralização, ou pedido de demissão e  dispensa  por  causa  da agorafobia.

SOCIAL:O paciente se restringe  ao seu  convívio  familiar,  recusando os convites sociais e, por outro lado, os amigos vão se  afastando  em virtude das dificuldades de  relacionamento que o  paciente  vai  adqui-
rindo com a ocorrência sucessiva das crises.

FAMILIAR: Após várias consultas médicas e exames  mostrando  que o paciente não tem aparentemente nada, os familiares  acham que tu-
do não passa de falta de força  de vontade ou talvez  consideram  res-
ponsabilidade do próprio paciente a superação do problema. Como às vezes o paciente só sai ou faz algo acompanhado  pode  tolher-se a li-
berdade da pessoa de quem se depende,  trazendo  aborrecimentos e gerando dificuldades de relacionamento conjugal ou com a família.

FORMAS DE TRATAMENTO

PSIQUIÁTRICO -   Há necessidade  de  medicação  para equilibrar  os neurotransmissores.
Os quadros em que as pessoas apresentam a ansiedade como princi-
pal fator a caracterizar sua patologia são   denominados   Transtornos
Ansiosos e os principais são:

     Transtorno do Pânico
     Fobia Simples
     Fobia Social
     Transtorno Obsessivo-compulsivo
     Estado de estresse pós traumático
     Ansiedade generalizada
     Distúrbio Misto depressivo - ansioso

Em nosso caso iremos dar destaque ao TRANSTORNO DE PÂNICO
(TP): caracteriza-se pela presença de ataques de pânico recorrentes e
inesperados, seguidos de pelo menos 1 mês de preocupação persis-
tente acerca de ter outro ataque, preocupação com as possíveis impli-
cações ou consequências dos ataques, ou uma alteração ccomporta-
mental significativa relacionada aos ataques.
Devem ser excluídos outros transtornos psiquiátricos, uso de drogas,
ou outra condição clínica.

 



Escrito por Marcel às 09h51
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  SÍNDROME DO PÂNICO - Parte 2

DURANTE AS CRISES: - No momento da  crise os  pacientes  to-
mam  tranquilizantes e,  posteriormente  há uma  melhora da crise. A crise desaparece por volta de 05 a 30 minutos, com  ou sem os medi-
camentos.
-o tranquilizante, tomado por via oral ou intramuscular  leva de 40 a 60 minutos para  surtir efeito,  donde se conclui que, o efeito  do medica-mento se dá no momento em que a crise já cessou.
-o tranquilizante ajuda na fase pós  crise, relaxando  o paciente  justa-
mente no período de mais necessidade, já  que ele  fica ansioso, can-
sado e com medo de que a crise volte. -o controle das crises pode ser obtido mais ou menos dentro de 02 a 04 semanas  com  uso de medi-
camentos.
-somente após o bloqueio das crises é que se deve estimular o pacie-
nte a enfrentar de forma progressiva as situações temidas.
- quando a pessoa estiver no meio de uma crise,  inspire  pelo  nariz e conte até quatro depois expire pela boca e conte  novamente  até qua-
tro.  Repita esse movimento  várias vezes  até a  sensação  de tontura passar.
- pode ser feito um relaxamento autógeno ou qualquer outro tipo de re-
laxamento para que o paciente consiga um auto controle sobre  o seu físico,  pois  após  a  crise  há  um  desgaste emocional e físico muito grande.
- é importante desviar a concentração da  mente para  situações agra-
dáveis ou conversar com alguém para ajudar nesse processo.
- o familiar que estiver acompanhando o  tratamento deve  deixar o pa-
ciente sem tensão ou cobrança,  pois  nesse  momento o  próprio  pa-
ciente fica em desespero para que volte ao normal. O  ambiente  fami-
liar deve ser propício para que isso aconteça. - o paciente não precisa sentir vergonha dessa fragilidade, pois a maioria das pessoas sentem as mesmas aflições.


COMPLICAÇÕES DA SÍNDROME DO PÂNICO
C
om a repetição das crises podem surgir algumas complicações  tais como: hipocondria; fobias associadas direta  ou indiretamente com as situações nas quais teve a crise; ansiedade basal; ansiedade de ante-
cipação; agorafobia; auto depreciação e desmoralização; depressão; alcoolismo e/ ou abuso de drogas.


ANSIEDADE BASAL
Tensão muscular; dores provenientes da tensão;  dificuldade para rela-
xar, sendo que o paciente fica sempre em alerta  esperando uma nova crise; intolerância a  barulho; impaciência;  irritabilidade; agressividade verbal; insônia; fadiga no final do dia.


ANSIEDADE DE ANTECIPAÇÃO DA CRISE
O paciente pode associar a crise aos locais onde as  teve, criando um condicionamento e, dessa forma  sente-se  ansioso  podendo  até  ter crises de pânico quando se confronta fisicamente com a situação.

EVITAÇÃO FÓBICA
Cada vez que o paciente tenta enfrentar uma situação fica mais ansio-
so, chegando ao ponto de ter a crise de pânico. Quanto mais se  evita uma situação, mais receio dela se vai adquirindo.


HIPOCONDRIA
Uma preocupação excessiva com a saúde física, o  que se  nota  pelo fato da pessoa observar com mais frequência suas  funções,  em  par-
ticular a cardiovascular. O paciente começa a acreditar que deve haver algo muito sério com sua saúde física,  algo  que os  médicos  e  exa-
mes não são capazes de detectar ou então estão lhe escondendo.

FOBIAS
Associadas direta ou indiretamente com as  situações nas  quais teve as crises. Como a crise de pânico não escolhe lugar nem hora,  a ten-
dência é ir ampliando  progressivamente as  fobias ou a  ter  medo  de praticamente tudo.


AUTO DEPRECIAÇÃO E DESMORALIZAÇÃO
As limitações impostas pelo estado fóbico-ansioso comumente  levam a outras complicações, tais como: sentimentos de auto depreciação e desmoralização. Há queda de qualidade de vida do paciente  e  da  fa-
mília, além do sentimento de responsabilidade pela doença e por uma hipotética falta de força de vontade para superar o problema.

DEPRESSÃO
Pacientes com pânico e suas  complicações  podem  desenvolver  de-
pressão, a qual é reativa as limitações  fóbicas  ansiosas  impostas  à vida do indivíduo.  Essa  depressão  é  secundária  e  ela  desaparece quando o paciente melhora do pânico.


GRAVIDADE DO EVITAMENTO AGORAFÓBICO

LEVE:  
Algum  evitamento,  mas estilo de vida relativamente  normal, por exemplo, viaja desacompanhado  quando  necessário, tal  como a trabalho ou a compras.
MODERADO:   Resulta  num  estilo  de  vida  restrito,  por exemplo, a pessoa é capaz de deixar a casa sozinha, porém, somente consegue percorrer alguns quilometros desacompanhada.

GRAVE: Por evitamento, resulta em estar  parcial  ou  completamente restrita à casa ou incapaz de sair desacompanhada.



Escrito por Marcel às 09h47
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  SÍNDROME DO PÂNICO - Parte 1

A Síndrome do Pânico é uma doença caracterizada pelo distúrbio dos neurotransmissores serotonina e  noradrenalina,  possuindo  como as-
pecto essencial, os ataques de  ansiedade e  nervosismo. Os ataques de pânico manifestam-se, via  de  regra  através de períodos discretos de ataques repentinos, de intensa apreensão e medo, frequentemente associados com sentimentos de perigo de destruição  iminente. A do-ença atinge pessoas de qualquer classe social, de qualquer profissão, seja na área urbana ou rural. Em 70% dos casos a doença começa a se manifestar entre os 20 e 35 anos uma fase de  pleno  crescimento profissional.

FATORES PREDISPONENTES

Distúrbio de Ansiedade de separação na  infância e a  perda súbita de suportes sociais ou interrupção de relacionamentos inter pessoais im-
portantes, aparentemente predispõem o desenvolvimento deste distúr-
bio. Pode-se citar como principais sintomas da doença  os seguintes: -falta de ar
-vertigem
-palpitações(taquicardia)
-tremor nos braços e/ou nas pernas
-sudorese
-sufocamento
-náusea ou desconforto abdominal
-despersonalização
-anestesia ou formigamento
-ondas de calor ou calafrios
-dor ou desconforto no peito
-medo de morrer
-medo de enlouquecer
A ocorrência simultânea de quatro  sintomas,  dentre  os acima discri-
minados, é suficiente para  demonstrar a existência  da doença. É im-
portante ressaltar, ainda, que há ataques de pânico recorrentes várias vezes por semana ou até diariamente e que estes ataques podem ou não ser acompanhados de agorafobia.


AGORAFOBIA:  Medo de estar em lugares  ou situações nas quais seja difícil sair, ou não haja ajuda disponível na hipótese da ocorrência de um ataque de pânico. Dentre as situações mais frequentes de ago-rafobia, pode-se mencionar aquelas em que o indivíduo está sozinho e fora de casa, ou  ainda,  numa  multidão,  em uma fila, em uma ponte, numa viagem de ônibus, trem ou automóvel, etc.

DIFERENÇA ENTRE FOBIA E SÍNDROME DO PÂNICO

FOBIA
- Medo exagerado e desproporcional ao estímulo, não conse-
guindo  avaliar a  realidade  da situação. Surgem  pensamentos catas-
tróficos e a pessoa sabe que o medo é exagerado, mas não consegue evitar a ansiedade, sendo que quando elimina o estímulo aterrorizante desaparecem os sintomas.


SÍNDROME DO PÂNICO
-  Não  existe  estímulo  externo, sendo que surgem ataques de pânico independente do lugar e da hora. É um distúrbio de ansiedade, no qual  fundamenta-se  em  base  orgânica  e psicológica. Freud descreveu a Síndrome do Pânico como Neurose de Angústia em 1894, que apresenta traços de muita tensão  e  atividade mental associado aos sintomas somáticos como  tremores,  taquicar-
dia, hiper-ventilação e vertigens... Angústia é uma forma de esperar o perigo ou preparar-se para ele, ainda que possa ser desconhecido.

CARACTERÍSTICAS DA PERSONALIDADE


São pessoas com tendência ao perfeccionismo tendo uma autocrítica muito grande e não se permitindo falhar em nenhum aspecto.  Há uma cobrança extrema quanto a execução de atividades corretamente e de certa forma esperando a mesma atitude alheia.  Apresentam-se como workaholics com dificuldades para relaxar e centralizadores. Profissionalmente  possuem ótima  capacidade intelectual, mas deno-
tam dificuldade nos relacionamentos afetivos



Escrito por Marcel às 09h46
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Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, AGUA FRIA, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Música, Arte e cultura, Tatuagens


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